Comece por aqui

Se você chegou até aqui ainda meio perdida, sem saber se o que está sentindo tem nome, eu quero te contar uma coisa: eu estive exatamente nesse lugar. Levei dois anos pra entender que aquilo tudo — o sono quebrado, o calor do nada, a cabeça que esquecia palavra no meio da frase — tinha uma explicação. Se você está começando agora, eu não quero que você gaste dois anos como eu gastei.

Fiz esta página pra ser o atalho que eu não tive. Uma ordem de leitura, não porque exista uma regra rígida, mas porque foi mais ou menos assim que as coisas foram fazendo sentido pra mim, uma de cada vez.

1. Entenda o que está acontecendo com o seu corpo

Antes de qualquer coisa, vale separar três palavras que a gente usa meio embolado: climatério, perimenopausa e menopausa. Elas não são sinônimos, e entender a diferença muda até a forma como você conversa com a sua ginecologista.

Climatério, perimenopausa e menopausa: o guia definitivo para entender cada fase →

2. Veja se os seus sintomas batem com os da perimenopausa

Uma coisa que me custou tempo foi não conseguir juntar os pontos — cada sintoma parecia um problema separado, sem ligação nenhuma com os outros. Esse artigo reúne os sinais mais comuns num lugar só, do jeito que eu queria ter lido na época.

Sintomas da perimenopausa: o que costuma aparecer primeiro →

3. Confira se a idade bate (mesmo que pareça cedo demais)

Se você está na casa dos 40 e achou que era nova demais pra isso, eu também achei. A perimenopausa costuma começar bem antes da menopausa em si, e quase ninguém avisa isso com antecedência.

Primeiros sinais da perimenopausa aos 40 →

4. Converse com sua ginecologista e entenda os exames

Nada aqui substitui uma consulta — eu falo isso o tempo todo e não é força de expressão. Esse artigo explica o que costuma ser pedido pra fechar o diagnóstico, pra você chegar no consultório com menos dúvida e mais pergunta certa.

Exames e diagnóstico da perimenopausa: o que esperar da consulta →

5. Comece pelo sintoma que mais está incomodando

Se o calorão é o que está te tirando do sério agora, comece por aqui — foi o meu primeiro sintoma “oficial” também, o mais fácil de apontar o dedo e dizer “é isso”.

Fogachos e ondas de calor: por que acontecem e o que realmente ajuda →

Depois desses cinco

O site inteiro está organizado por sintoma e por fase, então vá seguindo os links internos de cada artigo — eles te levam pro próximo passo que faz sentido pro seu caso. E se quiser saber quem escreve tudo isso, com mais detalhe do que cabe aqui, leia “Quem é a Regina”.

Uma última coisa, e essa eu repito sempre que dá: eu não sou médica. Divido experiência e o que fui pesquisando ao longo do caminho, mas quem confirma diagnóstico, pede exame e indica tratamento é a sua ginecologista, não um blog. Eu só quero que você chegue na consulta sabendo o que perguntar.

— Regina

As informações deste site têm caráter informativo e não substituem consulta médica. Converse sempre com a sua ginecologista antes de qualquer diagnóstico ou tratamento.